A compra de terrenos deve continuar a ser agressiva em 2020, de acordo com o diretor presidente Rafael Nazareth Menin Teixeira de Souza.
O executivo disse que esse movimento é adequado para destinação de caixa e que, em algumas cidades relevantes.
Já a partir de 2021, a companhia deve ter recomposição de banco de terrenos, conforme for utilizando os espaços para lançamentos.
O banco de terrenos de aumentou 25,9% no quarto trimestre de 2019, ante igual período do ano anterior, para R$ 33,3 bilhões.

